ESSE ANO O BRAZILIAN BASS LEVOU TRÊS BRASILEIROS NA LISTA DOS 100 MELHORES DJS DA REVISTA MAG

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Alok, Vintage Culture e Cat Dealers entraram para a lista mais cobiçada da música eletrônica

A música eletrônica produzida por brasileiros nunca esteve tão em alta como agora. Nos últimos anos, o estilo passou a exportar talentos que aparecem no line-up de grandes festivais, como Tomorrowland, e ter remixes entre os mais ouvidos nas plataformas digitais. Na última semana, o gênero no Brasil atingiu outro patamar quando três nomes do segmento apareceram na lista dos 100 melhores DJs, segundo a revista especializada DJ Mag.
A lista, que é encabeçada por Martin Garrix, tem pela primeira vez a presença do goiano Alok entre os 15 primeiros colocados ao lado de nomes como David Guetta, Steve Aoki, Tiësto e Armin Van Buuren. O dono de hits como Favela, Hear me now e Ocean, subiu seis posições em relação ao ano passado. Assim, ficou na frente de DJs internacionais bastante conceituados, como Avicii, Skrillex, Snake, Calvin Harris e Diplo.
O novo posicionamento de Alok demonstra o crescimento do DJ no último ano. Só em 2017, ele se  tornou o primeiro artista brasileiro a ultrapassar as 100 milhões de audições no Spotify, bateu recorde com o lançamento de Ocean e ainda gravou o primeiro DVD da carreira durante o Festival Villa Mix, em Goiânia, para um público de 120 mil pessoas. Além disso, reforça o bom momento do estilo batizado por ele de brazilian bass, em que o artista traz a influência da música brasileira para a batida da house music. No dia da divulgação do ranking, Alok usou as redes sociais para comemorar o reposicionamento entre os 100 melhores DJs. “ALOK significa: ‘Fora deste mundo’. E foi assim que me senti várias vezes durante minha infância… Se eu pudesse voltar ao tempo pra falar algo para o pequeno Alok, diria pra não ter medo e que tudo daria certo. Hoje, conquistei, junto com vocês, o 13º lugar do ranking dos melhores DJs do mundo! Se alguma vez falarem pra vocês sobre algum sonho ser impossível. Vá lá e viva o impossível. Obrigado por acreditarem em mim! (sic)”, publicou no Instagram, único meio em que se pronunciou sobre a lista da DJ Mag.

VINTAGE CULTURE

O projeto de Lukas Ruiz Hespanhol, mais conhecido como Vintage Culture, também apareceu muito bem no ranking da revista. Depois de ocupar a 31ª posição em 2017, Vintage apareceu em 19ª lugar em 2018 e está no top 20 de DJs do mundo.

No currículo de Vintage Culture, que define seu estilo como deep house deep-room, estão faixas como Pour overI will findCante por nósHuman e Céu azul. O DJ atribuiu o salto de posições ao bom ano. “Pude levar minha música para lugares incríveis, como Rock in Rio Lisboa (Portugal), o Ushuaia (Ibiza), o Mysteryland Festival (Amsterdã), o EDC (Orlando), o Lollapalooza (São Paulo)”, afirmou à DJ Mag.
Outro fator que pode ter influenciado no melhor posicionamento no ranking foi ter acompanhado Martin Garrix em quatro datas da turnê do holandês. Inclusive, Vintage Culture está confirmado em mais uma dobradinha com o primeiro colocado da DJ Mag: a dupla se reencontra em Brasília em 16 de novembro, às 23h, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha (Eixo Monumental).

CAT DEALERS

Com isso o duo Cat Dealers, formado pelos irmãos Lugui e Pedrão, define a nova posição na lista da DJ Mag. A dupla, que começou a carreira com esse projeto há quase três anos quando estourou com Your body, deixou a 74ª posição para ocupar a 48ª. Um dos maiores saltos do ranking.

Para Lugui, o novo posicionamento do projeto mostra que os DJs estão no caminho certo. “Sempre sonhamos estar nessa lista. Sentimos que tínhamos oportunidade e começamos a divulgar. Estamos viajando o mundo e acho que isso ajudou”, conta. E ainda completa: “Apesar de termos pouco tempo de Cat Dealers estamos há muito tempo na música eletrônica. Essa é só a ponta do iceberg. Nossa vida é o trabalho, temos muito foco e persistência”.

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