Spotify 2024: Sem royalties para faixas baixas. DJs vão pro Deezer.

Spotify’s 2024 Royalties Shift: Low-Stream Tracks Hit Zero, DJs Flock to Deezer
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!Corte de royalties do Spotify: usuários com baixa audiência sentem o impacto.
Atualização de royalties do Spotify: menos de 1.000 reproduções significam zero royalties para as faixas, uma mudança importante para os produtores caseiros.
A gigante do streaming de música Spotify surpreendeu artistas independentes e produtores caseiros com uma mudança significativa em seu sistema de pagamento de royalties, que entrará em vigor em 2024/2025. A nova política determina que faixas que não atingirem pelo menos 1.000 reproduções não gerarão mais royalties. Essa medida, que visa coibir atividades fraudulentas e concentrar recursos em conteúdo mais popular, já está causando grande impacto na comunidade musical independente, onde muitos artistas dependem até mesmo de um pequeno número de reproduções para complementar sua renda.
Essa redução drástica no limite de royalties significa que um grande número de faixas, principalmente as de artistas emergentes ou gêneros de nicho, se tornarão efetivamente invisíveis monetariamente na plataforma. Para muitos DJs e produtores que publicam suas mixagens originais e bootlegs, isso pode significar uma perda total dos ganhos potenciais com sua produção criativa. A justificativa por trás da mudança é a alegação do Spotify de que uma parcela significativa dos royalties estava sendo gerada por streams artificialmente inflados de faixas muito curtas e de baixa qualidade, algo que eles pretendem combater.
As implicações são substanciais. Artistas que dedicaram incontáveis horas à criação musical podem descobrir que seus esforços no Spotify não geram nenhum retorno financeiro. Isso força uma reavaliação de onde os artistas escolhem concentrar seus esforços de promoção e, potencialmente, a busca por plataformas alternativas que ofereçam uma remuneração mais justa para todos os níveis de engajamento, independentemente do sucesso que a música alcance.
DJs Migram: Deezer Leva a Cena
O modelo centrado no usuário do Deezer atrai DJs enquanto o Spotify reduz os royalties de baixa audiência.
Na sequência da polêmica reformulação dos royalties do Spotify, uma parcela significativa da comunidade de DJs independentes está buscando novas oportunidades, com o Deezer emergindo como um forte concorrente. O serviço de streaming francês defende há tempos um modelo de pagamento “centrado no usuário”, no qual a taxa de assinatura é distribuída diretamente aos artistas que o assinante realmente ouve. Isso contrasta fortemente com o sistema tradicional de rateio do Spotify, tornando-se uma proposta mais atraente para artistas que sentem que seu público, mesmo que nichado, está sendo diluído.
Essa mudança não se resume apenas a incentivos financeiros; trata-se de um alinhamento filosófico. DJs, que muitas vezes selecionam e compartilham extensas bibliotecas musicais, apreciam um sistema que recompensa diretamente os artistas cujo trabalho eles promovem. O potencial para fluxos de receita mais transparentes e diretos, mesmo para faixas com menos de 1.000 reproduções, é um grande atrativo. Muitos já estão manifestando a intenção de migrar suas faixas mais queridas e menos populares para o Deezer, na esperança de cultivar uma base de fãs mais leal e recompensadora por lá.
A mudança do Spotify, embora tenha como objetivo simplificar as operações e combater fraudes, parece estar, inadvertidamente, fomentando uma cena musical independente mais forte e unificada em plataformas concorrentes. A abordagem centrada no usuário do Deezer, juntamente com esse êxodo do Spotify, pode remodelar a forma como artistas e DJs independentes monetizam seu trabalho nos próximos anos, enfatizando o apoio direto dos fãs e uma distribuição mais justa da receita de streaming.
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